Não se esqueça do pai

Profª. Pós-Drª. Rafaela de Almeida Schiavo CRP/0693353

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O pai ainda é frequentemente esquecido pela sociedade, pela cultura, por profissionais e até pela mãe, quando se trata da relação de PROXIMIDADE com o bebê. Quando olhamos para o MOVIMENTO HISTÓRICO, o homem não era um dos principais atores da relação com o bebê, sendo este uma figura afastada, pois nem mesmo a mãe era vista como a melhor pessoa para cuidar do bebê, mas sim servas e amas de leite para mulheres da aristocracia.

Nas famílias burguesas, por exemplo, o homem assumia a paternidade de provisão do lar que se reflete até os dias de hoje, porém temos modelos de famílias bastante diferentes desse modelo e há poucas décadas é possível conhecer homens que desejam total envolvimento com a paternidade. Há homens que apresentam até sintomas enquanto a parceira está grávida, fenômeno chamado de SÍNDROME DE COUVADE.

A participação do pai na interação com o feto/bebê in útero ocorre por meio de CARINHO e CONVERSA. Testes já foram realizados onde se verificou que dentre as vozes masculinas, o bebê apresenta claramente a preferência pela voz paterna.

Hoje há diversos pais EMPENHADOS em COMPARTILHAR a responsabilidade na criação dos filhos, acompanhando nas consultas pré-natais, no parto, dividindo tarefas participando de grupos de pais para discutir questões e dúvidas acerca do processo de se tornar pai.

O compartilhamento da parentalidade deve ser estimulado e permitido pelos profissionais da saúde, clínicas e maternidades, INCLUINDO cada vez mais o homem, nas responsabilidades de cuidados com o bebê. É preciso inclusive rever o tempo de LICENÇA PATERNIDADE para ser igual ao da Mulher, pois a RESPONSABILIDADE Paterna é tão importante como a Materna.

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